sábado, 13 de novembro de 2010

NOVA AMEAÇA RONDA AS REDES CORPORATIVAS


O Trojan.Spy.YEK detecta arquivos e demais dados considerados críticos para as corporações.

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A empresa de segurança BitDefender alertou sobre os perigos de uma novo trojan, que pode ser usado como uma ferramenta de espionagem corporativa.

Segundo a companhia, o Trojan.Spy.YEK é capaz de detectar arquivos e demais dados considerados críticos para as corporações e enviá-las a crackers.

Alguns dos comandos relacionados a sua execução são: enviar arquivos coletados por meio de uma requisição GET e informações a respeito do sistema operacional e do computador, tirar screenshots, interceptar resultados de busca e listar os processos que são executados.

"A verdade é que ele analisa tudo o que ela está relacionado, por exemplo, a arquivos, e-mails (.eml, .dbx), catálogo de endereços (.Wab), banco de dados e documentos (. Doc,. Odt. Pdf, etc). Por isso, as suspeitas de que esteja voltado ao ambiente empresarial, com o intuito de obter dados exclusivos das empresas", disseram os pesquisadores da BitDefender, Doina Cosovan e Otaviano Minea.

"Este é um inimigo sério! Um malware de espionagem em uma rede local corporativa representa um grande perigo. Infelizmente, casos como esse estão se tornando cada vez mais frequentes", completaram.

De acordo com a empresa, o cavalo de Tróia pode ser executado em todas as versões do Windows, desde o Win 95 até a atual.

"Com um código .dll criptografado em sua composição, esse cavalo de Tróia está, geralmente, armazenado em windows\ system32\netconf32.dll e uma vez incorporado ao explorer.exe nada poderá impedi-lo de se conectar (quando necessário) com responsáveis pelo ataque", analisaram os pesquisadores.

"Este é um ótimo momento para testar um antivírus, se até agora você não tiver feito isso", finalizaram.
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domingo, 31 de outubro de 2010

TESTE A SEGURANÇA DE SUA SENHA

(clica na imagem para testar sua senha)


Se você tem alguma preocupação quanto à segurança de suas senhas, eis aqui uma ferramenta de boa utilidade.

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No site, você digita a senha no campo indicado e o sistema faz uma estimativa de quanto tempo ela levaria para ser descoberta, ou “crackeada” por alguém com más intenções.

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I Esta ferramenta é bacana por sua eficácia, pois sua previsão é feita no instante que você digita, ou seja, em tempo real.

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FONTE: Daniel do blog http://arcanjodan.blogspot.com/
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terça-feira, 12 de outubro de 2010

STUXNET PODE MARCAR INÍCIO DA CIBERGUERRA, DIZEM ESPECIALISTAS


As atenções do mundo cibernético estão voltadas a um vírus que pode ser o sinal do começo de uma nova era: a era da guerra cibernética. Os ataques do Stuxnet a uma usina nuclear no Irã, a sistemas de indústrias fundamentais na China e a uma indústria alemã nas últimas semanas colocaram em alerta especialistas em segurança digital.

O Stuxnet é o primeiro vírus capaz de causar danos no meio físico, o que o torna uma ameaça diferente de tudo o que foi visto anteriormente. "A lógica de um vírus basicamente é gerar retorno financeiro. Normalmente ele se espalha rapidamente para capturar informações, senhas bancárias, atacar um site de comércio eletrônico. Não faz sentido pensar que esse vírus seguiu essa lógica", diz o CEO da Cipher, empresa brasileira especializada em segurança da informação, Alexandre Sieira.

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Como age o Stuxnet.

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O vírus tem como alvo principal sistemas de controle industriais, que são usados para monitorar e gerenciar usinas de energia elétrica, represas, sistemas de processamento de resíduos e outras operações fundamentais. A partir daí, o malware modifica seus códigos para permitir que os atacantes tomem o controle sem que os operadores percebam. Em outras palavras, essa ameaça foi criada para permitir que hackers manipulem equipamentos físicos, o que a torna extremamente perigosa. "Nós definitivamente nunca vimos algo assim antes. O fato de que ele pode controlar a forma como máquinas físicas trabalham é muito preocupante", disse em comunicado Liam O'Murchu, pesquisador da Symantec.

O que também chama a atenção no Stuxnet é que ele foi desenvolvido para atacar um sistema muito especifico de infraestrutura, infectando um software da Siemens que controla instalações industriais fundamentais. O worm se aproveita de quatro vulnerabilidades do Windows desconhecidas até então. "Isso é muito peculiar. Normalmente, quando se descobre uma falha de segurança, se larga o vírus de uma vez, não se espera até ter quatro", diz Sieira. (MATÉRIA COMPLETA AQUI)

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FONTE: ISMAEL CARDOSO ( http://tecnologia.terra.com.br/noticias )

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MICROSOFT FECHA 49 BRECHAS EM PACOTE DE SEGURANÇA RECORDE

No total, são 16 atualizações para Windows, Office e MS Server.

Entre as falhas corrigidas estão as que permitiram a disseminação do Stuxnet.

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A Microsoft liberou nesta terça-feira (12) o maior pacote de atualizações de segurança já produzido pela empresa. Com 16 atualizações, a companhia corrige 49 problemas identificados em softwares como o sistema operacional Windows. Entre as falhas corrigidas estão as que permitiram a disseminação do vírus Stuxnet, que infectou instalações nucleares no Irã e na Índia.

Quatro dos 16 "patches" são considerados de alta prioridade, e devem ser instalados imediatamente por usuários de computadores com sistema operacional Windows. As atualizações de segurança corrigem falhas que permitiam que criminosos assumissem o controle da máquina pela internet.

A Microsoft também corrigiu problemas de menor gravidade no Windows, além de falhas de segurança no pacote Office para PCs e no software para servidores Microsoft Server.

Até esta terça-feira, o recorde de vulnerabilidades corrigidas em um mesmo pacote era de 34, em outubro de 2009. A marca havia sido repetida em outras duas ocasiões, em junho e agosto de 2010.

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Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/10/microsoft-fecha-49-brechas-em-pacote-de-seguranca-recorde.html

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

A EVOLUÇÃO DO MS WINDOWS

HISTÓRIA DO LINUX

FALHA NA SEGURANÇA DO LINUX


Problemas fazem parte do Kernel, a parte central e mais importante do sistema operacional

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Dois bugs descobertos recentemente no Linux permitem que programas ganhem permissões de administrador, mesmo sem autorização. As falhas, descobertas separadamente, afetam somente as versões de 64 bits e fazem parte do Kernel, a parte mais central e importante do sistema operacional.

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Uma delas já havia sido encontrada e corrigida em 2007, mas em 2008 algum programador do Linux removeu a correção, tornando o sistemas operacional vulnerável de novo.

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Programas que exploram uma das falhas já estão disponíveis na internet, e para ser afetado basta executar o programa, sem precisar saber a senha de administrador. Distribuições como Ubuntu e Red Hat já corrigiram o problema em seus sistemas, e recomendam fortemente que seus usuários façam a atualização.

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A correção não funciona em computadores já atingidos, pois os ataques deixam uma "porta dos fundos" permanentemente aberta. Neste caso, a solução vai depender de cada sistema. Quem desconfiar que rodou um programa indevido no computador ou que algum usuário conseguiu poderes de administrador indevidamente pode tirar as dúvidas com um detector da empresa KSplice, disponível em ksplice.com/uptrack/cve-2010-3081

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Fonte:http://tecnologia.terra.com.br/